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Estudos para concurso publico

Língua Portuguesa: Leitura e interpretação de diversos tipos de textos (literários e não literários). Sinônimos e antônimos. Sentido próprio e figurado das palavras. Pontuação. Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição e conjunção: emprego e sentido que imprimem às relações que estabelecem. Concordância verbal e nominal. Regência verbal e nominal. Colocação pronominal. Crase.

Crase – Para responder o que é a crase, precisamos recorrer ao idioma grego que traduz o termo como “mistura” ou “fusão”. Relacionando ao seu uso na Língua Portuguesa, temos que a crase é o acento grave que indica a contração de duas vogais, sendo elas idênticas. Porém, essa junção deve obedecer o seguinte:

  • preposição A com o artigo feminino A
  • preposição A com o A do início de pronomes demonstrativos (aquele, aqueles) ou relativo (as quais)

Ou seja, o uso da crase acontece quando houver a fusão entre esses elementos. Porém, a aplicação dessa regra na prática, nem sempre, é tão fácil e demanda identificar as situações em que a fusão acima ocorre.

Quando posso usar a crase?

De modo geral, o uso da crase obedece cinco regras básicas que vemos a seguir:

  • Diante de substantivos femininos

A regra geral é que, antes de substantivos femininos precedidos pelo artigo A, é usada a crase. Veja:

  • Marina vai à praia amanhã cedo.
  • João não foi à escola hoje.

Na indicação das horas

A crase deve ser usada sempre que houver locução indicativa de horas. Exemplos:

  • O show começa às oito da noite.
  • A reunião terminou às quatro da tarde.

Porém, é importante destacar que, nos casos em que as horas forem precedidas por preposições (desde, para e até), o artigo não receberá a crase. Exemplos:

  • A senhora aguarda atendimento desde as oito da manhã
  • O encontro foi remarcado para as cinco da tarde.

Antes de locuções adverbiais femininas que expressam lugar, tempo e modo

São exemplos desse tipo de uso:

  • Camila saiu às pressas para buscar o filho na escola.
  • Às vezes, converso com ele pelo telefone.

Pronomes demonstrativos aquele, aquela, aquilo e seus plurais

A crase é empregada quando o termo que antecede o pronome exigir a preposição A.

  • Falei àquela menina que não poderia ir
  • Dirigi-me àquela fazenda

Casos especiais de uso da crase

Algumas situações especiais demandam um pouco mais de atenção quanto ao uso da crase. Confira.

Palavra casa

O uso da crase antes da palavra casa depende da determinação por um adjunto adnominal. Se, indicando o lar, residência da pessoa, não vier determinada pelo adjunto, a crase não é empregada. Porém, caso haja a determinação do adjunto adnominal, a crase deve ser usada.

  • Volte a casa cedo / Volte à casa dos meus pais.

Palavra terra

Se, na frase, a palavra terra for usada no sentido de solo sem alguma determinação, a crase não é usada. Caso contrário, o acento grave deve ser empregado. Veja:

  • Chegaram a terra / Chegaram à terra dos avós.

Pronomes relativos

Os pronomes relativos cujo e quem não demandam crase. Porém, os relativos qual e quais exigirão o acento caso seus correspondentes no masculino forem ao qual e aos quais.

  • Achei o menino a quem procurava
  • Esta é a empresa à qual me referi / Este é o emprego ao qual me referi

Que

A regra geral é não usar a crase antes do QUE. Porém, o acento grave é empregado quando houver a junção entre a preposição A com pronome demonstrativo A equivalente a AQUELA.

Para não ter confusão, tente trocar o substantivo feminino antecedente por um masculino. Caso ocorrer AO QUE ou AOS QUE, haverá crase. Veja exemplo dos casos citados:

  • Aquela é a revista a que me referi
  • Houve uma ideia anterior a que ele deu / Houve um palpite anterior ao que ele deu

É interessante frisar, também, que o mesmo raciocínio vale para a preposição DE:

  • Sua opinião é igual à de todos / Seu palpite é igual ao de todos.

Dica para acertar o uso da crase

Para te ajudar na hora em que surgir aquela dúvida sobre usar ou não a crase, damos uma dica especial para o A que preceder uma palavra feminina. Tente substituir o substantivo em questão por outro, porém, no masculino. Caso o A vire um AO, daí, você precisa usar a crase.Veja como:

  • Vou à festa / Vou ao banco

Viu como, trocando FESTA por BANCO, a palavra passou a ser precedida pela partícula AO? Assim, você compreende que a crase antes do substantivo feminino deve ser utilizada.

REGÊNCIA NOMINAL

A regência nominal estuda a relação e subordinação entre um nome (adjetivo, substantivo ou advérbio) e seus complementos através de uma preposição.

Este complemento é chamado de complemento nominal que completa o nome para que ele tenha um significado claro.

As preposições mais utilizadas são: por, com, a, de, em, para.

Exemplos:

1. Os catadores sentem desejo por uma vida melhor.

Desejo (substantivo)

Complemento nominal (preposição por)

2. O professor era indulgente com nossos erros.

Indulgente (adjetivo)

Complemento nominal (preposição com)

3. Hoje a saúde infelizmente não está acessível a todos

Acessível (adjetivo)

complemento nominal (preposição a)

4. Não tenho medo de você

Medo (advérbio)

Complemento nominal (preposição de)

5. Ele tinha confiança em que sairia vitorioso

Confiança (substantivo)

Complemento nominal (preposição em)

6. Este filme é impróprio para menores de dezoito anos

Impróprio (adjetivo)

Complemento nominal (preposição para)

REGÊNCIA VERBAL

A regência verbal estuda a relação e subordinação entre um verbo e o termo da oração que o complementa.

Conforme o tipo de complemento vai precisar ou não de preposição, podendo inclusive mudar o sentido do verbo.

Nós temos os termos regente e regido, mas o que seria isso?

Termo regente é o verbo

Termo regido é o seu complemento verbal, que normalmente é o objeto direto, objeto indireto ou o adjunto adverbial.

Uma coisa que você tem que ficar bem atendo é que na regência verbal, as preposições pode combinar ou contrair com artigos e pronomes:

Exs:

por + o = pelo

em + as = nas

de + isto = disto

a+ a = à

Concordância verbal 

é a concordância em número e pessoa entre o sujeito gramatical e o verbo. 

Concordância nominal 

é a concordância em gênero e número entre os diversos nomes da oração, ocorrendo principalmente entre o artigo, o substantivo e o adjetivo.

Concordância em gênero indica a flexão em masculino e feminino.
Concordância em número indica a flexão em singular e plural. 
Concordância em pessoa indica a flexão em 1.ª, 2.ª ou 3.ª pessoa.

Exemplos de concordância verbal

  • Eu li;
  • Ele leu;
  • Nós lemos;
  • Eles leram.

Exemplos de concordância nominal

  • O vizinho novo;
  • A vizinha nova;
  • Os vizinhos novos;
  • As vizinhas novas.

Casos particulares de concordância verbal

Concordância com pronome relativo que
O verbo estabelece concordância com o antecedente do pronome: sou eu que quero, somos nós que queremos, são eles que querem.

Concordância com pronome relativo quem
O verbo estabelece concordância com o antecedente do pronome ou fica na 3.ª pessoa do singular: sou eu quem quero, sou eu quem quer.

Concordância com: a maioria, a maior parte, a metade,…
Preferencialmente, o verbo estabelece concordância com a 3.ª pessoa do singular. Contudo, o uso da 3.ª pessoa do plural é igualmente aceitável: a maioria das pessoas quer, a maioria das pessoas querem.

Concordância com um dos que
O verbo estabelece sempre concordância com a 3.ª pessoa do plural: um dos que ouviram, um dos que estudarão, um dos que sabem.

Concordância com nem um nem outro
O verbo pode estabelecer concordância com a 3.ª pessoa do singular ou do plural: nem um nem outro veio, nem um nem outro vieram.

Concordância com verbos impessoais
O verbo estabelece sempre concordância com a 3.ª pessoa do singular, uma vez que não possui um sujeito: havia pessoas, houve problemas, faz dois dias, já amanheceu.

Concordância com a partícula apassivadora se
O verbo estabelece concordância com o objeto direto, que assume a função de sujeito paciente, podendo ficar no singular ou no plural: vende-se casa, vendem-se casas.

Concordância com a partícula de indeterminação do sujeito se
O verbo estabelece sempre concordância com a 3.ª pessoa do singular quando a frase é formada por verbos intransitivos ou por verbos transitivos indiretos: precisa-se de funcionário, precisa-se de funcionários.

Concordância com o infinitivo pessoal
O verbo no infinitivo sofre flexão sempre que houver um sujeito definido, quando se quiser definir o sujeito, quando o sujeito da segunda oração for diferente do da primeira: é para eles lerem, acho necessário comprarmos comida, eu vi eles chegarem tarde.

Concordância com o infinitivo impessoal
O verbo no infinitivo não sofre flexão quando não houver um sujeito definido, quando o sujeito da segunda oração for igual ao da primeira oração, em locuções verbais, com verbos preposicionados e com verbos imperativos: eles querem comprar, passamos para ver você, eles estão a ouvir.

Concordância com o verbo ser
O verbo estabelece concordância com o predicativo do sujeito, podendo ficar no singular ou no plural: isto é uma mentira, isto são mentiras; quem é você, quem são vocês.

Matemática: Resolução de situações-problema, envolvendo: adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação ou radiciação com números racionais, nas suas representações fracionária ou decimal. Mínimo múltiplo comum. Máximo divisor comum. Porcentagem. Razão e proporção. Regra de três simples ou composta. Equações do 1º ou do 2º grau. Sistema de equações do 1º grau. Grandezas e medidas – quantidade, tempo, comprimento, superfície, capacidade e massa. Relação entre grandezas – tabela ou gráfico. Tratamento da informação – média aritmética simples. Noções de Geometria – forma, ângulos, área, perímetro, volume, Teoremas de Pitágoras ou de Tales.

Língua Inglesa: Estratégias de leitura: compreensão geral do texto em língua inglesa. Reconhecimento de informações específicas. Capacidade de análise e síntese. Inferência e predição. Reconhecimento do vocabulário mais frequente em textos não literários. Palavras cognatas e falsos cognatos. Estratégias discursivas: tipo de texto; função e estrutura discursivas; marcadores de discurso; elementos de coesão. Aspectos gramaticais: conhecimento dos tempos e modos verbais; uso de preposições, conjunções, pronomes e modais; concordância nominal e verbal; relações de coordenação e subordinação.

Raciocínio Lógico: Estruturas lógicas, lógicas de argumentação, diagramas lógicos, sequências.

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS:Redes de Computadores e topologias: Conceitos de cabeamento estruturado e fibras ópticas; Endereçamento IPv4 e IPv6, máscaras e sub-redes; Protocolos TCP/IP: IP, TCP, UDP, ARP, ICMP(v6), IPv4/6, DHCP, HTTP, HTTPS, SMTP, NTP, LDAP; Conceitos de AAA e IEEE 8021x; Protocolos de roteamento: RIP, OSPF, BGP; Redes sem fio 80211(a,n,ac); Conceitos de tradução de endereços IPv4 – IPv6; Aplicativos para auxílio no monitoramento e diagnóstico de rede (netstat, ssh, ping, traceroute, mtr, tcpdump); Conceitos de ativos de rede (access-points, switches, roteadores, balanceadores de carga, conversores de mídia); Projeto de redes de comunicação de dados locais (LAN). Conceitos de Serviços de Rede: Serviço de Resolução de Nomes (DNS); Alocação dinâmica de endereços; Sincronismo de tempo, roteamento de pacotes entre redes. Conceitos de nuvem computacional. Sistemas Operacionais: Instalação, configuração e administração de Sistemas FreeBSD e Linux; Aplicativos para auxílio no monitoramento e diagnóstico de sistemas UNIX (top, ps, df, find, more, grep, cat, tail, free). Conceitos de Virtualização de servidores. Segurança: Sistemas de Firewall: IPFW e IPTABLE; Gerenciamento de logs; Sistema de autenticação IEEE 8021x (Radius); Conceitos e boas práticas em seguranças de redes e de sistemas UNIX. Conceitos de redes virtuais privadas (VPN). Conceitos de gerência de Redes e protocolo SNMP. Aplicativos de gerência de Redes mrtg, nagios, zabbix. Programação: Programação de scripts para administração; Automatização de tarefas com bash.